Uso da Técnica Limpa ou Estéril em Curativos

Autores

  • Athaynne Ramos de Aguiar Prado
  • Livia Moreira Delphim
  • Nathália Gabriella Meliano de Santana
  • Érick Igor dos Santos
  • Anderson de Oliveira Souza
  • Rosa Maria Oliveira da Conceição

DOI:

https://doi.org/10.17921/2447-8938.2016v18n3p217-22

Resumo

O uso da técnica limpa ou estéril na realização de curativos em feridas agudas ou crônicas é frequentemente questionada, pela segurança da técnica limpa, contra o custo elevado da técnica estéril. O objetivo desse estudo foi analisar a produção científica disponível na literatura sobre a escolha da técnica limpa ou estéril na realização de curativos no cuidado ao cliente com feridas crônicas ou agudas. As bases de dados definidas para busca foram Lilacs, Medline, PubMed, Cinahl, Cochrane, BDENF, Scopus e a biblioteca SciELO. Foram utilizados os descritores “feridas” e “curativos”, além das palavras-chave: “técnica limpa” e “técnica estéril”. A busca nas bases de dados originou o total de 58 artigos. Ao serem submetidos aos critérios de inclusão e de exclusão estabelecidos se tornaram apenas 8. A maioria dos estudos encontrados demonstra que não há um consenso sobre o uso da técnica adequada. O ideal é que os profissionais adicionem sua experiência pessoal para cada técnica escolhida de acordo com o ambiente e condição da ferida, para isso é fundamental o exercício do pensamento crítico. Torna-se, assim, necessário haver novas iniciativas de investigação com alto poder de evidência sobre o tema, além de políticas e programas educacionais sobre assepsia nos serviços de saúde para auxiliar os profissionais na tomada de decisão.

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Publicado

2016-10-06

Edição

Seção

Artigos